quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Em breve Retornaremos às Postagens.



Brincar de Viver
Maria
Bethânia

Quem me chamouQuem vai querer voltar pro ninhoE redescobrir seu
lugarPra retornar
E enfrentar o dia-a-diaReaprender a sonharVocê verá que é mesmo
assim, que a história não tem fimContinua sempre que você responde sim à sua
imaginaçãoA arte de sorrir cada vez que o mundo diz não
Você verá que a emoção começa agoraAgora é brincar de viverE não
esquecer, ninguém é o centro do universoQue assim é maior o prazer
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fimContinua sempre
que você responde sim à sua imaginaçãoA arte de sorrir cada vez que o mundo
diz não
E eu desejo amar todos que eu cruzar pelo meu caminhoComo eu sou feliz,
eu quero ver felizQuem andar comigo, vem

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Chico Anysio



Quadro clínico de Chico Anysio apresenta leva melhora, dizem os médicosPor Redação - 17.01.2012 às 11:25:00 - 749 Views
RIO DE JANEIRO (O REPÓRTER) - Lutando pela vida e internado no Hospital Samaritano, no Rio, desde o dia 22 de dezembro, Chico Anysio segue na batalha por sua recureparação.O quadro clínico do humorista apresentou uma melhora discreta em alguns aspectos dos exames laboratoriais. No entanto, o estado de saúde de Chico ainda é grave e inspira cuidados, dizem os médicos.No último sábado (14), ele foi submetido a uma laparotomia exploradora (cirurgia abdominal para esclarecer um diagnóstico), onde foi retirado uma parte do intestino delgado para exames.No momento, ele respira com ajuda de aparelhos e a pressão arterial está mantida com medicamentos. Não há previsão de alta.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Humorista Shaolin


Fonte:
notíciasBrasil
Humorista Shaolin completará 1 ano em coma na próxima quarta-feira (18) 13 de Janeiro de 2012 - 14h36Da Redação O humorista Francisco Jozenilton Veloso, o Shaolin, de 40 anos, completará um ano em coma no dia 18 de janeiro. Ele está neste estado após ficar gravemente ferido em um acidente na BR-230, na região de Mutirão, em Campina Grande (PB). Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o comediante dirigia no sentido São José da Mata quando um caminhão, que vinha na faixa oposta, invadiu a contramão e bateu contra o veículo do artista.No dia 20 de janeiro de 2011, o motorista envolvido no acidente, Jobson Clemente Benício, de 23 anos, apresentou-se à delegacia da Polícia Rodoviária Federal da cidade paraibana. O inspetor responsável pela unidade ouviu o motorista que, em seguida, foi liberado. No momento do acidente, Shaolin estava sozinho no carro e foi levado por uma unidade do Corpo de Bombeiros, primeiramente, para o hospital regional da cidade, onde deu entrada, por volta da 0h15, com traumatismo craniano e o braço esquerdo praticamente amputado. Shaolin passou por duas cirurgias - uma na cabeça, devido ao traumatismo, e outra para reconstrução do ombro - e corria risco de morte, segundo um dos médicos que o operou. Shaolin ficou internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Antonio Targino, em Campina Grande (PB). A Polícia Rodoviária Federal concluiu o laudo sobre o acidente que envolveu o humorista Francisco Jozenilton Veloso, o Shaolin. O documento aponta a colisão foi ocasionada pelo motorista Jobson Benício. Jobson dirigia o caminhão Mercedes Benz de placas MNB 8118, de Sapé-PB, que bateu na lateral da Pajero – placas MOW 9928, de Campina Grande-PB – que era conduzida pelo comediante.Após as investigações, a PRF concluiu que Jobson Benício invadiu a contramão. Shaolin, que viajava a uma velocidade de pelo menos 150 quilômetros por hora ainda freou, mas não conseguiu evitar a colisão. O motorista confessou aos patrulheiros que estava muito cansado e que não sabe se cochilou ao volante. O motorista Jobson Clemente Benício será julgado no dia 13 de março de 2012. A audiência foi agendada na 4ª Vara Criminal de Campina Grande (PB), no dia 24 de novembro de 2011.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A Interdisciplinaridade como forma de educar as Gerações Futuras: Raylene Rêgo p. 54


Edição novembro/dezembro – 2011
Diretores: Marcos Muniz MeloLuciana de Andrade Ribeiro Melo
Jornalista Responsável Patrícia Goedert Melo -DRT 4490
Diagramação:Franciele Moreira BragaEditora Melo
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Endereço: Rua Rolândia, 1281Pinhais/PR. CEP 83325-310Tel: 41 3033-8100Email: editoramelo@editoramelo.com.br
Colaboraram nesta edição
Alessandra Assad
Alessandra Wajnsztejn
Benne Catanante
Celso Antunes
Celso Vasconcellos
Cláudio Ricardo Gomes de Lima
Dora Lúcia Fracasso da Silva
Eduardo Shinyashiki
Elson Davanzo di Santo
Fabiana Skrobot
Isabel Parolin
Joe Garcia
José Manuel Moran
Laura M. Serrat Barbosa
Luca Rischbieter
Lucy Duró
Marcelo Martins
Marcelo Sando
Maria Fernanda Takahashi
Meiry Kamia
Nadia Aparecida Bossa
Natasha Schiebel
Raylene Rêgo
Tania Zagury
Telma Pantâno
Zita Lago
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Tel: 41 3033-8100Email: revista@revistaaprendizagem.com.br
Cartas: Rua Rolândia, 1281Pinhais/PR. – CEP 83325-310
Caro Leitor Nesta edição, convidamos o leitor a re fletir sobre a educação para as diferentes gerações de alunos que adentram nas escolas. Atualmente, questiona-se o comportamento e atuação desses jovens, que têm diferentes visões de mundo e inúmeras expectativas quanto ao desenvolvimento educacional e pro fissional. Em educação, os con flitos ideológicos entre as novas gerações e educadores apontam para a necessidade de reavaliação de modelos educativos e das maneiras de educar e também para a necessidade de maior interação dos pais e de professores na educação dos alunos. Além disso, outros fatores como, por exemplo, a informatização na educação, põem à prova a aprendizagem no dia a dia da escola e sugerem mudanças urgentes nas metodologias aplicadas. A Revista Aprendizagem reuniu aqui a opinião e a experiência de profissionais da educação para identi ficar e buscar soluções dos con flitos que existem entre as diferentes gerações. Na reportagem de capa, além de trazer para a discussão vários aspectos da convivência entre alunos, professores e família, apresenta-se o projeto inovador “So fia nas Escolas”, realizado em instituições de ensino da cidade de Curitiba-PR, que busca despertar nas crianças a consciência social, ambiental e de cidadania. Na entrevista, conversamos com o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki sobre importantes fatores emocionais, relacionais e sociais que pais e professores devem considerar para otimizar o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. Nos artigos desta 27ª edição, reunimos a opinião e o conhecimento de especialistas nas áreas da psicologia, psicopedagogia, neurociência, interdisciplinaridade, entre outras, para discutir, de forma ampla, as relações entre a família e escola com os chamados “nativos digitais” no aprimoramento de processos de ensino-aprendizagem para a educação do futuro. A partir desta edição, apresentamos a seção Tecnologia Educacional que aborda diferentes aspectos quanto ao uso da tecnologia na sala de aula. Na seção Educação Profissional, o Instituto Federal do Ceará (IFCE), um dos mais antigos institutos federais do país, que atua de forma signi ficativa no desenvolvimento desse Estado, nas ações voltadas à profissionalização de alunos nas áreas de ciência, tecnologia e inovação tecnológica, de forma presencial e no ensino à distância. Con fira também a crônica de Celso Antunes, especialista em inteligência e cognição, que nos apresenta uma metáfora sobre o con flito de novas gerações com o modelo atual da escola. Marcos Muniz MeloLuciana de Andrade Ribeiro MeloDiretoresOs adolescentes hoje são nativos digitais. Como integrar recursos das novas tecnologias ao currículo no sentido de estabelecer novas relações de aprendizagem em sala de aula?Sonia Regina de Lima Soares – RSAs tecnologias são construídas na constituição da sociedade e da cultura em constantes intergêneses entre os grupos sociais, sobrepondo-se às técnicas conceituais, diz o educador Mário Osório Marques em sua obra “A Escola do Computador” (1999). Nesse sentido, temos que os avanços das tecnologias são realidades contextuais e inquestionáveis no atual momento histórico e as dimensões multifocais da inteligência se tornam reais a cada momento. Tudo isso estimula ao exercício de inovadoras possibilidades para a educação contemporânea. Mediante tal fato, surgem novos desafios aos sistemas educacionais e aos educadores. De forma geral, cabe-nos valorizar essas inovações e tentar, na “medida do impossível”, refletir sobre os impactos causados no desenvolvimento infanto-juvenil e transitar nessas vias virtuais e digitais com competência e atitudes inusitadas, de acordo com os desafios que elas nos oferecem. Educar os adolescentes, nativos digitais e transeuntes da virtualidade, inventivos e com características específicas demandadas por essas inovações, é tarefa altamente complexa e comprometedora. Para não nos caracterizarmos nos “analfabytes do contemporâneo” é mister sermos capazes de integrar esses inovadores recursos virtuais e midiáticos às nossas práticas cotidianas. Tais recursos oferecidos pelas novas tecnologias e articulados ao ciberespaço e as interatividades, onde as mensagens adquirem sentidos e significados em constante renovação, deveriam ser incluídos nos planos e currículos escolares, fazendo deles aliados no processo ensinagem-aprendência e estimulando aprendizagens mais significativas e ensinagens mais colaborativas. Diz Marques, na obra “Conhecimento e Educação” (1999), que dessa forma não mais se devem buscar informações para atuar sobre as tecnologias. Por outro lado, devemos entender que elas atuam sobre as informações e aceleram os saberes e os conhecimentos, manifestam competências criativas, determinam novas interações. Além disso, em sistemas altamente integrados, possibilitam interconexões em redes de possibilidades para estender as aprendizagens em grupo e de formas altamente colaborativas. Portanto, a dinâmica escolar se altera em seus tempos-espaços e se revitaliza. Porém, não deve perder o foco do educar o homem, apenas suprime alguns fazeres mecanicistas e desafia a outros fazeres, mais integrativos e emancipatórios, em que cada um fica mais responsável pelo grupo e o grupo é responsabilizado por cada um. Estimulam-se, assim, o desenvolvimento de capacidades outras, de criatividades desafiadoras, de atitudes de auto-organização, autodeterminação e tomada de decisão como fatores indispensáveis ao aprendizado e ao desenvolvimento dos adolescentes da época contemporânea.Zita LagoDoutora em Educação;Palestrante e docente do Grupo UNINTER/IBPEX;Docente visitante da ULHT; Pesquisadora da FCT – Lisboa/Portugal;Autora de obras e artigos sobre Filosofia e Educação.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Início de ano letivo: 2012



Tudo novamente!!!
Será?
Nada disso!!! É hora de novas
descobertas, novas experiências...
2012 é mais um ano de conquistas e
avanços.

Nós educadores mais
uma vez devemos nos preparar para recebermos e acolhermos as crianças com os mais
diversos sentimentos: incertezas, inseguranças, medos, euforias, alegrias,
expectativas, etc.


Algumas dicas:
·
Verificar as fichas dos alunos, observando as informações sobre cada criança.
Diante das fichas o
professor pode coletar alguns pontos que retratam um pouco da história de vida
dos alunos, o que é fundamental para o início de qualquer trabalho tanto de
sondagem como para futuras intervenções.

·
Criar atividades e situações que incentivem a proximidade das crianças
para que estreitem a relação, valorizem o contato. Para tanto, serão necessárias
as brincadeiras livres e alegres, que extrapolem a sala de aula.
·
Preparar a escola para receber também os pais, inclusive deixando a
vontade para visualizarem o ambiente e até observarem algumas atividades
realizadas com as crianças ao menos no primeiro momento, depois liberá-los para
que os alunos se sintam seguros no seu espaço escolar.
·
Elaborar murais coletivos com as crianças referentes ao que vivenciaram
no primeiro dia de aula.
·
Deixar disponíveis materiais e brinquedos para que venham a ser manuseados
pelas crianças e assim o professor possa analisar as preferências das crianças
para elaborarem dinâmicas e atividades reaproveitando o interesse dessas
crianças.
·
Realizar linha ou rodinha com as crianças após essas atividades
exploratórias, porque nesse momento as crianças já tiveram outros tipos de contatos
e consequentemente mais seguras entre si. O momento da linha ou rodinha como
também é conhecida, favorece a conversa informal, a exposição de preferências,
o que pensam, o que sentem, o que gostam, o que não gostam, de maneira tão pura
e natural que só as crianças conseguem sem mascarar nada.
·
Para as ações de acolhida durante a semana de adaptação e readaptação,
se faz necessário, contudo, PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO, ROTEIROS E PORQUE NÃO UM
PROJETO DINÂMICO. .
Alguns irão conhecer novos amigos, outros reencontrar os amigos por isso a necessidade
de nós adultos, planejarmos ações que tornem Cada momento mais prazeroso que
outro, atentos a inclusão e não ao escanteio.

Glitter Text @ Glitterfy.com

Mais um cantinho: Espaço do Pedagogo Social. Visite-o clicando na imagem:

Photo Flipbook Slideshow Maker
Glitterfy.com - Photo Flipbooks




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