segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Endometriose
Denise DomingosOutubro 2007

O que é a endometriose?
Esta vilã causa muita dor e pode levar a infertilidade. Apesar da sua gravidade e do número elevado de mulheres que sofrem com esta doença, há muita desinformação a respeito e um diagnóstico tardio pode prolongar o sofrimento.
Palavra do especialista
Dr. Luiz Augusto Ferreira Santana, ginecologista, mastologista e obstetra
Quais os sintomas da Endometriose?
Normalmente causa dores de caráter progressivo no período menstrual. As mulheres devem ficar atentas a dores que aumentam de intensidade conforme o transcorrer dos ciclos menstruais.
Quais os exames necessários para diagnosticar a Endometriose?
Existem alguns marcadores sanguíneos chamados CA 125* e a ressonância nuclear magnética, que deve ser feita no período menstrual. O chamado padrão ouro para diagnosticar a endometriose é a videolaparoscopia, com biópsia das lesões.
Quais os tratamentos para a Endometriose?
São diversos, dependendo da intensidade e da localização da endometriose. O tratamento padrão é a suspensão da menstruação com medicamentos orais ou injeções que podem ser usadas mensalmente ou trimensalmente. Quando a endometriose apresenta grandes cistos, comprometendo a trompa e levando a alguns casos de infertilidade, o tratamento passa a ser também cirúrgico. A endometriose é uma patologia crônica que exige um tratamento contínuo.
Quais as principais metas do tratamento para a Endometriose?
A endometriose se apresenta no endométrio, fora da cavidade uterina. Quando a mulher menstrua, automaticamente os focos fora da cavidade do útero também sangram. A meta do tratamento é fazer com que esses focos deixem de sangrar. Durante o tratamento não é recomendável a gravidez.
Qual a relação da endometriose com a infertilidade?
Normalmente esses focos de endometrio que estão fora da cavidade uterina sangram causando aderências pélvicas. Essas aderências pélvicas vão ocasionar o enrijecimento das trompas, permitindo uma pequena mobilidade delas e impedindo que haja a capitação do óvulo e obstrução da trompa - já que a fecundação ocorre na trompa e não no útero. Quando o quadro de endometriose é leve a mulher pode até engravidar. Aliás, o melhor tratamento para endometriose é a gravidez porque neste período a mulher não menstrua. Mas a endometriose pode voltar após a gravidez.
Em que situação é possível reverter casos de infertilidade?
Na cirurgia fazemos a lise* das aderências e a desobstrução da trompa, e se for necessário, a cauterização dos focos de endometriose.
Outras informações sobre a Endometriose:
É considerada uma doença da mulher moderna. Antigamente, as mulheres menstruavam menos, pois engravidavam mais vezes. Isso inibia o desenvolvimento da doença. Hoje em dia a mulher tem cerca de 400 menstruações durante seu período reprodutivo. No início do século passado este número girava em torno de 40.
Pode acontecer com mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero.
Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação.
Na endometriose este tecido se implanta fora do útero e viaja, através da corrente sanguínea, para outros órgãos como ovários, intestinos, bexiga, apêndice e vagina. Pode ser encontrado também em órgãos distantes, como pulmão, pleura e sistema nervoso central.
Causa fortes dores no período menstrual, como cólicas intensas, dores durante as relações
sexuais, dificuldade de engravidar e infertilidade.
Aproximadamente 20% das mulheres sentem apenas dor, 60% sofrem, além da dor, com a infertilidade, e 20% têm infertilidade.
A principal arma diagnóstica é a suspeita clínica. Um bom exame clínico permite um raciocínio mais completo e auxilia na decisão terapêutica.
A doença pode ser tratada cirurgicamente ou por meio de medicações. Além disto, ações que melhorem a qualidade de vida tais como exercícios, psicoterapia, são favoráveis ao tratamento. Em alguns casos a gravidez só será possível através de técnicas de fertilização assistida e inseminação artificial.
* Videolaparoscopia = Técnica de acesso à cavidade abdominal por incisões. Normalmente são três ou quatro pequenas incisões, variando de 0,5cm a 1,0cm de diâmetro. Através delas é realizada a maioria dos procedimentos cirúrgicos ginecológicos como: retirada de aderências, cistos de ovário, miomas uterinos, histerectomia (retirada de útero), cirurgia de trompas para melhorar a fertilidade, entre outros.
* CA 125 = este marcador é útil no acompanhamento das neoplasias de ovário e endométrio.
* Lise = secção, corte.
Postado por Raylene Rêgo às 16:58
Cuidado com a Cárie

Cárie é doença contagiosa

Especialista adverte sobre os riscos da falta de higiene e até mesmo de um simples BEIJO.
A maioria dos adolescentes que estão em plena fase de descoberta do amor não leva a informação a sério, mas a cárie é sim uma doença contagiosa. De acordo com o doutor Marcelo Rezende, diretor da Smiling Dental Care, nem todas as bactérias encontradas na boca são responsáveis pela cárie, que é uma lesão.
Certamente, alguns cuidados básicos de higiene podem evitar complicações de saúde, que incluem gengivite, herpes e mononucleose conhecida como a "doença do beijo". Um estudo publicado em 2006 no British Medical Journal revela que beijar na boca várias pessoas aumenta em quatro vezes o risco de adolescentes contraírem meningite, diz Rezende. O cirurgião-dentista alerta que os bebês também correm grande risco de contaminação.
Rezende diz que hábitos maternos, como provar a papinha do bebê com a mesma colher com que servirá a refeição é um dos erros mais comuns e pode pôr em risco a saúde do bebê. Uma simples colher de chá contaminada por uma pessoa infectada pelas bactérias da cárie pode abrigar milhares de micróbios. Dar selinhos na boca do neném, então, nem pensar. Se conseguirmos manter uma criança sem contato com as bactérias da cárie até ela completar nove anos, as chances de nunca ter uma cárie na vida são de 90%, diz o especialista.
Fonte: Dr. Marcelo Rezende, cirurgião-dentista, diretor da Smiling Dental Care.
Postado por Raylene Rêgo às 16:49 0 comentários Links para esta postagem
Terça-feira, 23 de Outubro de 2007
Quem disse que Cientista tem que ser Ateu
Quem disse que cientista tem que ser Ateu?

Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e integrante de biografia.

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da bíblia e estava aberta no livro de Marcos.
Sem muita cerimônia o jevem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
-Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
-Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de cem anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

-É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a bíblia?
-Bem, respodeu o universitário, como vou descer na próxima estção, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.
Quando o jevem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas e Ciências da Universidade Nacional da França.
"Um pouco de ciência nos afasta de Deus, muito, nos aproxima."
Louis Pasteur
Postado por Raylene Rêgo às 05:11

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