quarta-feira, 18 de março de 2009

Juazeiro Bahia




BRASÃO DE JUAZEIRO

SIMBOLISMO:

As ESTRELAS simbolizam os distritos e a sede do município.
A BARCA com a CARRANCA representam o Rio São Francisco e os barqueiros.
CANA: Produto da Região
CAPELO: Simboliza a República


CORES DO ESCUDO


LETRAS: azuis
BARCA E CARRANCA: preta
CONTORNO DO ESCUDO E DAS FAIXAS: preto
ESTRELAS E VELAS DO BARCO: amarelas
CANA: verde
CAPELO: vermelho
LADO SUPERIOR DO ESCUDO: azul
PARTE INFERIOR DO ESCUDO: branco



Hino de Juazeiro

Oficializado pela Lei Nº 803 de 12 de dezembro de 1976, na administração de Durval Barbosa da Cunha.
LETRA: Prfª Layse de Luna Brito
MÚSICA: Maestro José Pereira Bispo
Juazeiro, terra amada,
Lutarei por teu progresso
Hei de ver-te coroada
Com os lauréis de teus sucesso.
Tens beleza e alegria
Do teu povo hospitaleiro
Que deseja-te sempre
Triunfante e altaneiro.
Que conheçam outras terras
O valor de tua gente,
Tradição que tu encerras
de um tempo agora ausente.
Juazeiro és esperança
Pois nos lembra o teu nome
A cor verde da bonança
Nossa fé não se consome.
Tua glória já não é fugaz,
Faz teu povo prazenteiro
dar as mãos e construir a paz
de teus sonhos, Juazeiro.
LIVRO: JUAZEIRO DA BAHIA - Maria Franca Pires (1988)


Localização
Localização de  Juazeiro
09° 24' 50" S 40° 30' 10" O09° 24' 50" S 40° 30' 10" O
Unidade federativa Bahia
Mesorregião Vale São-Franciscano da Bahia IBGE/2008[1]
Microrregião Juazeiro IBGE/2008[1]
Região metropolitana RIDE Pólo Petrolina e Juazeiro
Municípios limítrofes Campo Formoso, Jaguarari (S), Curaçá (L) e Sobradinho (O) em território baiano. Petrolina (N) em território pernambucano
Distância até a capital 502 km
Características geográficas
Área 6.389,623 km²
População 243.896 hab. est. IBGE/2009[2]
Densidade 32,5 hab./km²
Altitude 368 m
Clima semi-árido
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,683 médio PNUD/2000[3]
PIB R$ 1.552.885 mil IBGE/2005[4]
PIB per capita R$ 6.367,00 IBGE/2005





Juazeiro é um município localizado ao norte do estado da Bahia, à margem direita do Velho Chico.
O Rio São Francisco fez de Juazeiro um marco histórico.
Os índios marcaram presença na cidade interiorana. O comércio foi notório, e a natureza com sua beleza se revela através das ilhas. Entre elas encontramos a do Rodeadouro, do Fogo, Culpe o Vento, da Amélia, do Massangano, de Nossa Senhora das Grotas e do Maroto.

Quer visitar alguma ilha? Fique atento as dicas:

Ilha do Rodeadouro- a 12 km de distância do centro de Juazeiro, é a mais visita e explorada na região, muitos aproveitam o sol maravilhoso, as iguarias da região.
Mas se você deseja fazer camping, aproveite! Muitas pessoas podem e passam fins de semana se deliciando com as belezas naturais do Rodeadouro.


Ilha do Fogo- Localizada entre Juazeiro Bahia e Petrolina Pernambuco,exatamente no centro da ponte Presidente Eurico Gaspar Dutra. Tem como destaque uma rocha, de aproximadamente 20 m de altura, onde está fixado um cruzeiro.

Ilha Culpe o Vento- É um convite para prática de camping selvagem. O acesso é feito pela rodovia BA-210, com a aproximadamente 15 km até o local da travessia que é feitos por barcos localizados ás margens do rio. Essa ilha liga Juazeiro a Curaça.
Outras carcterizações do município como história/ pesquisar no final

Informações sobre o município:

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Juazeiro_%28Bahia%29

Juazeiro é um município brasileiro do estado da Bahia. Localizada na região sub-média da bacia do Rio São Francisco, na divisa com o estado de Pernambuco, a cidade se destaca pela agricultura irrigada que se firmou na região graças ao advento das águas do rio São Francisco e por ser a quarta maior cidade da Bahia. É conhecida como a Terra das Carrancas, figuras antropomorfas usadas pelas embarcações que subiam e desciam o São Francisco. Seu nome se origina dos pés de juazeiro, uma árvore típica da região. Segundo estimativa do IBGE/2008 possui uma população de 243.896 habitantes, sendo assim a 4ª maior cidade do estado.

Está inserido na Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento do Pólo Petrolina e Juazeiro.


História

O município de Juazeiro, no norte do estado da Bahia, implantado à margem direita do Velho Chico, situa-se no ponto exato onde ocorria o cruzamento de duas importantes e estratégicas estradas interiores do Brasil.

A primeira, fluvial, representada pelo Rio São Francisco, integrando o norte ao sul. A segunda, um caminho das bandeiras, aberto pelos paulistas, sob o comando de Domingos do Sertão, pelos baianos sob o comando de Garcia d'Ávila II, pelos pernambucanos sob o comando de Francisco Caldas e pelos portugueses sob o comando de Manuel Nunes.

Somente no fim do século XVII, à sombra protetora da árvore - mãe do sertão, o juazeiro, começa a surgir o que hoje se constitui num dos mais importantes núcleos urbanos do interior nordestino.

Foi criado em 1833, sendo que desde 1596 seu território já era percorrido pelo bandeirante Belquior Dias Moreira. Em 1706, chegava à região uma missão são-franciscana para catequizar os índios da região. Ergueram um convento e capela com uma imagem da Virgem que, de acordo com a lenda local, fora encontrada em grutas das imediações, por um indígena. Deu-se ao local o nome de Nossa Senhora das Grutas do Juazeiro, que deu origem à atual sede do município.

Juazeiro, sucessivamente, elevada à categoria de vila, posteriormente, comarca, e transforma-se pela Lei n.º 1.814 de 15 de julho de 1878, em cidade.

Localização

À margem direita do Rio São Francisco, no extremo norte da Bahia, ligada à cidade de Petrolina, pela ponte Presidente Dutra.

Acesso

O acesso a Juazeiro pode ser feito por via terrestre, utilizando as rodovias BR-235 e BR-407, usando a via férrea de Salvador a Juazeiro ou por ônibus, que são diários e partem da capital baiana e de outras cidades da Bahia e de outros estados, como Fortaleza, São Paulo e Brasília. As empresas de ônibus são: Expresso Guanabara, Viação Itapemirim, Viação Nossa Senhora da Penha (Penha), etc. Também é possível por via aérea através do aeroporto de Petrolina, que está a 15 km da sede, em Pernambuco, ou ainda por um dos campos de pouso existentes na região, como em Sobradinho. E ainda por via fluvial utilizando a hidrovia do São Francisco, navegando pelo rio São Francisco, partindo de Pirapora, Minas Gerais, e pode-se destacar o porto fluvial da cidade que se encontra nas proximidades do perímetro urbano.

Distâncias

Política

opulação e Eleitorado (Eleições Municipais)[5]
Habitantes Eleitorado Eleitorado (% da população)
230.538 119.800 52,19%

Subdivisões

Além da sede, Juazeiro possui alguns distritos em seu território, os quais são Abóbora, Pinhões, Itamotinga, Massaroca, Juremal, Carnaíba e Junco. Abaixo estão alguns dados desses distritos.


Distritos
Abóbora Pinhões Itamotinga Massaroca Juremal Carnaíba Junco
População (hab.) 2.254 2.274 20.995 2.267 1.751 3.386 7.256
Distância da sede (km) 100 72 72 70 45 20 20

Bairros

Ver página anexa: Lista de bairros de Juazeiro

Geografia

O relevo podes ser caracterizado como pediplano sertanejo, várzeas e terraços aluviais. Enquanto que o solos variam entre eutróficos, vertissolos, litólicos eutróficos, cambissolo, aluviais, pozólico vermelho - amarelo eutrófico e regossolo distrófico. Nessas terras, encontra-se alguns minerais, como o amianto, cobre, mármore, calcário, jaspe, salitre, calcita e manganês.

A geologia classifica os solos juazeirenses como rochas básicas quartzo biotita, biotita granitos, depósitos aluviares e coluionares. Ou ainda, ultra básicas anfibiólitos, calcários, depósitos fluviais.

A vegetação que cobre o município é a caatinga arbórea aberta com e sem palmeiras e caatinga arbórea densa sem palmeiras.

Juazeiro está incluso na bacia hidrográfica do São Francisco, e território do município encontra-se os rios São Francisco, Curaçá, Malhada da Areia, Salitre, Tourão, Mandacaru e Maniçoba.

Clima

Juazeiro está localizado numa área de clima árido e semi-árido, com alto risco de seca e que o período chuvoso ocorre entre os meses de novembro e março, ou seja, no verão.

A precipitação média anual está nos 399 mm, podendo variar dos 1055 aos 98 mm. E a temperatura média anual é de 24,2 °C, mas pode atingir a máxima de 43,6 °C e a mínima de 20,3 °C.

Acidentes geográficos

Ilhas

Apesar de estar no interior do continente, Juazeiro possui algumas ilhas devido ao rio São Franscisco. Entre elas estão a do Rodeadouro, do Fogo, Culpe o Vento, da Amélia, do Massangano, de Nossa Senhora das Grotas e do Maroto.

A ilha do Rodeadouro está a 12 km de distância do centro de Juazeiro, é uma das mais freqüentadas da região, com praias de areias alvas e excelentes para banho. Com uma razoável infra-estrutura a ilha possui barracas onde os visitantes podem degustar os mais variados pratos da região. Há também espaço para camping, onde as pessoas podem passar os fins de semana usufruindo as belezas naturais do local.

A travessia pode ser feita através de barcos localizados às margens do rio São Francisco, no povoado do Rodeadouro ou nas barcas de passeio que saem todos os finais de semana do cais de Juazeiro até a ilha. Durante o percurso as pessoas curtem música ao vivo enquanto contemplam as paisagens naturais do Velho Chico.

A ilha do Fogo está localizada no centro da ponte Presidente Eurico Gaspar Dutra, marca da divisa entre os Estados da Bahia (Juazeiro) e Pernambuco (Petrolina). Possui uma área praiana com terreno acidentado, formado por uma rocha única, de aproximadamente 20 m de altura, onde está fixado um cruzeiro.

A ilha Culpe o Vento é deserta e ideal para prática de camping selvagem. O acesso é feito pela rodovia BA-210, que liga Juazeiro a Curaçá, aproximadamente 15 km até o local da travessia que é feita por barcos localizados às margens do rio.

Grutas

A gruta do Convento está situada a 100 km de Juazeiro, é uma aventura imperdível para quem gosta de passeios ecológicos. Cortinas e torres são formadas pelas estalactites e estalagmites que dão forma a gruta de 40 m de largura e 30 m de altura, composta ainda por dois lagos tornando o cenário mais belo. Para conhecer a gruta é necessário um guia nativo.

Cachoeiras

A cachoeira do Salitre está localizada no Vale do Salitre, na Fazenda Félix, a 39 km de Juazeiro, a cachoeira com salto de pouco mais de 2 m de altura é excelente para banho e muito apreciada pelas crianças da região, que se divertem nas águas do rio Salitre. O acesso é feito pela BA-210, sentido Sobradinho.

Também formada pelo rio Salitre, a cachoeira da Gameleira fica a 68 km de Juazeiro, escondida entre a vegetação fechada da caatinga. Num cenário paradisíaco, a queda d'água escorre entre um cânion, onde predomina um enorme gameleira, cuja as raízes se espalham formando sombra em parte da cachoeira. A profundidade do lago permite saltos do alto da cachoeira de aproximadamente 5 m.

Evolução Populacional

• 1991-128.767 hab.

• 1996-171.414 hab.

• 2000-174.567 hab.

• 2007-230.538 hab.

• 2009-243.896 hab.

Frota municipal de veículos

  1. Automóveis: 16.300
  2. Caminhões: 423
  3. Caminhões-trator: 120
  4. Caminhonetes: 755
  5. Micro-ônibus: 505
  6. Motocicletas: 13.649
  7. Motonetas: 1870
  8. Ônibus: 648
  9. Tratores: 0

Economia

A cidade de Juazeiro é considerada a mais industrializada do vale do São Francisco, pois a mesma conta em seu distrito indistrial (DISF - Distrito Industrial do São Francisco) com diversas indústrias e outros tipos de empresas.

Agricultura

A região compreendida pelas cidades de Juazeiro e Petrolina tornou-se o maior centro produtor de frutas tropicais do país, tendo destaque para os cultivos de manga, uva, melancia, melão, coco, banana, dentre outros; este desempenho é responsável pela crescente exportação de frutas além da produção de vegetais a região é conhecida nacional e internacionalmente pela produção e qualidade dos vinhos, que tiveram grande crescimento com a implantação de mecanismos de irrigação, tornando-se a única região do país a colher duas safras de uvas por ano, e a maior exportadora e produtora de frutas do Brasil, mesmo se localizando no centro do polígono das secas.

Vale resaltar que em Juazeiro se encontra um dos maiores "CEASAS" (central de abastecimento) do Brasil, sendo o maior do interior do norte-nordeste do Brasil, sendo maior até que muitos Ceasas de várias capitais e responsável pela produção agrícola que abastece várias regiões do país.

Turismo

O turismo de Juazeiro é bastante tímido ainda. Contudo, vem recebendo investimentos destinados ao desenvolvimento turístico da Zona turística dos Lagos do São Francisco, uma das zonas da Bahia com potencial turístico na qual está inserido. E entre as atrações turísticas da cidade pode-se destacar a orla fluvial, o navio "Vaporzinho", o Museu do São Franscisco, a Ponte Presidente Dutra, o Parque da Lagoa do Calu, a Estátua Nego D'água e as vinículos da região.

A Orla fluvial é muito movimentada. Apresenta uma rede de bares e restaurantes movimentados onde pode-se apreciar a beleza do rio São Francisco.

O Vapozinho foi o primeiro navio a vapor que navegou no Velho Chico, tendo sido importado dos EUA, antes de navegar nessa região ribeirinha fazendo o trecho Juazeiro-BA/Pirapora-MG, navegou no rio Mississipi, nos Estados Unidos. Localizado na orla fluvial da cidade, é um monumento que homenageia os navegantes e a navegação que foram o eixo fundamental para o desenvolvimento da cidade.

O Museu do São Francisco, recentemente, foi restaurado apresenta um acervo rico da história da cidade e do rio São Francisco.

A Ponte Presidente Dutra foi inaugurada no ano de 1950, foi construída para ligar as cidades de Juazeiro-BA/Petrolina-PE, sendo hoje o maior eixo rodoviário do interior da região nordeste. Atualmente está paasando por um processo de ampliação.

O Parque da Lagoa do Calú é um parque multimodal de lazer e entretenimento.

A estátua Nego D'água está localizada dentro do rio São Francisco, na márgem juazeirense. É uma homenagem juazeirense às lendas e folclores do rio e dos ribeirinhos.

A maior obra arquitetônica do norte da Bahia, a letra M, encravada na orla da cidade, fruto de um surto de narciso, misturado com dono de boiada de um prefeito da cidade.

Mesmo tendo uma infra-estrutura que engatinha ainda no ramo turístico, Juazeiro mostra que tem muito potencial a ser explorado. Exemplo disso é o Challako Night Club, certamente o melhor e maoir estabelecimento do ramo em toda a micro-região de Petrolina e Juazeiro. Lá você sempre encontra boa comida e pessoas bonitas que estão sempre dispostas a conversar e interagir com você. O alto custo do lugar torna-se o maior problema, principalmente se você pretende comer lá.

Calendário de festas

  • Março: Via Sacra.
  • Abril: Maratona Tiradentes.
  • Maio:"CARNAVAL DE JUAZEIRO", Carnaval,Padroeira de Carnaíba, Festival Programa Arte Educação, Pentecostes.
  • Junho: Padroeira de Abóbora, São João, Padroeiro de Juremal, São Pedro.
  • Julho: Aniversário de Juazeiro, FENAGRI - Feira Internacional da Agricultura Irrigada.
  • Agosto: Semana do Folclore.
  • Setembro: Desfile Cívico-militar de 7 de setembro, Festa de Nossa Senhora das Grotas.
  • Dezembro: Festival integrado de artesanato, Projeto cantos natalinos, Auto de natal, Reveillon da cidade.

Características da cidade e da população

Apesar da deficiência na infra-estrutura urbana, a cidade de Juazeiro apresenta características agradáveis que garantem a qualidade de vida da população, tais como a presença de praças bem arborizadas, a qualidade atmosférica no centro proporcionado pela preservação de características interionanas como a manutenção do fluxo de ar devido a ausência de edifícios e altas construções, além de tudo, a população local tem como característica a hospitalidade e a diversão que é facilmente comprovada em festas e comemorações populares.

Personalidades

Ivete Sangalo.

Entre os juazeirenses ilustres estão:

  • Ivete Sangalo - cantora conhecida pela simpatia e versatilidade musical, é considerada uma das artistas mais influentes da música brasileira atual.
  • João Gilberto - importante nome da música popular brasileira e da Bossa Nova. Conhecido pelo temperamento dificil e suas belissimas canções. Além de ser reconhecido, gravado e convidado a fazer shows em todo o mundo.
  • Daniel Alves - futebolista atualmente no Futbol Club Barcelona e craque da Seleção Brasileira.
  • Luiz Galvão - compositor e membro do grupo Novos Baianos.
  • Luís Edmundo Pereira - foi um importante zagueiro central, atuou em vários clubes, teve destaque principalmente na Seleção brasileira campeã da copa do mundo de 1970.
  • Anamara- Ex-participante do reality show BBB.

Educação

A educação de Juazeiro não é muito diferente da situação, de um modo geral, da do Brasil. Na cidade há algumas instituições de ensino superior, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB), pública estadual, a Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), pública federal, e a Faculdade São Francisco de Juazeiro (FASJ), privada além de variás faculdades de ensino a distância como a FTC (Faculdade de tecnlogia e ciências), e a UNOPAR (Universidade do Norte do Paraná)e a UNIDERP-ANHANGUERA

Nos ensinos fundamental e médio, há um número maior de instituições de ensino, dentre as melhores estão o Colégio da Polícia Militar, Escola Estadual Modelo Luís Eduardo Magalhães, o Colégio Dr. Edson Ribeiro, O Colégio Objetivo, O Colégio e cursos Anglo e o Colégio Castro Alves/COC .



Jornais e Emissoras de rádio em Juazeiro

Jornal A Tarde - Salvador
Jornal Correio da Bahia - Salvador
Jornal Diário da Região - Juazeiro
Jornal Gazzeta do São Francisco - Petrolina
Jornal Tribuna da Bahia - Salvador

Liberdade FM 104,9 - Juazeiro
Rádio Cidade AM - Juazeiro
Rádio Juazeiro AM - Juazeiro
Radio São Francisco AM - Juazeiro
Renascer FM 103,5 - Juazeiro
Transamérica Hits FM 99,9 - Juazeiro
Tropical Sat FM 102,5 - Juazeiro

Programas e sites Informativos

Ação Popular (impresso e oline:http://www.acaopopular.net/)
A Notícia do Vale (impresso e oline:http://www.anoticiadovale.com/)
Blogs: Blogdo Dr. Lindolfo/Blogfolha.com/Blog Carlos Brito/Blog Geraldo José/
Folha do São Francisco(impresso e oline:http://blogfolha.com/)
Rádio Web Juazeiro (http://radiojuazeiro.ipolo.com.br)
RJ Notícias (Rádio Juazeiro)
Repórter 1190 (Rádio Juazeiro)
Sem Fronteiras (Rádio Juazeiro)

Emissoras de televisão

  • Canal 07 VHF - TV São Francisco/Rede Globo - Juazeiro
  • Canal 04 VHF - TV Aratu/SBT - Salvador
  • Canal 10 VHF - TV Itapoan/Record - Salvador
  • Canal 06 VHF - TVE/Bahia - Salvador
  • Canal 25 UHF - RIT
  • Canal 02 VHF - TV Grande Rio/Rede Globo - Petrolina
  • Canal 13 VHF - TV Pernambuco/Cultura - Caruaru
  • Canal 38 UHF - RedeTV! - Recife

Outros Emissoras de rádio e Jornais (Relacionados) em Juazeiro

  • Transamérica Hits FM 99,9 - Juazeiro
  • Tropical Sat FM 102,5 - Juazeiro
  • Renascer FM 103,5 - Juazeiro
  • Liberdade FM 104,9 - Juazeiro
  • Rádio Juazeiro AM - Juazeiro
  • Rádio Web Juazeiro.com - Juazeiro
  • Rádio Cidade AM - Juazeiro
  • Radio São Francisco AM - Juazeiro
  • Grende Rio FM 100,7 - Petrolina
  • Petrolina FM 98,3 - Petrolina
  • Radio Jornal FM 90,5 - Petrolina
  • Rádio Grande Rio AM - Petrolina
  • Emissora Rural AM - Petrolina
  • Radio-Poste - SICA - Juazeiro
  • Jornal Diário da Região - Juazeiro
  • Jornal A Tarde - Salvador
  • Jornal Tribuna da Bahia - Salvador
  • Jornal Correio da Bahia - Salvador
  • Jornal Gazzeta do São Francisco - Petrolina
  • Jornal do Commercio - Recife
  • Jornal Diário de Pernambuco - Recife
  • Jornal Folha de Pernambuco - Recife
Lendas do Velho Chico x Juazeiro


http://juazeirodabahia.blogspot.com/

negro d´agua

Fonte: http://jaircorp.wordpress.com/category/lendas/


Negro d’Água Diz a lenda que o Negro D’água ou Nego D’água habita diversos rios tais como o rio Tocantins e o rio São Francisco onde possui um monumento em sua homenagem na cidade de Juazeiro (Bahia). Manifestando-se com suas gargalhadas, preto, tem a cabeça pelada e mãos e pés de pato, o Negro D’água [...]



Ilha do Fogo

fonte: http://www.overmundo.com.br/guia/ilha-do-fogo-1


Luís Osete
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Luís Osete · Juazeiro, BA
14/4/2008 · 108 · 7

Cercada de água e mistérios por todos os lados, a Ilha do Fogo é a maior testemunha do que Caetano Veloso, numa célebre passagem pela região, identificou como a “sombra do ciúme” que paira sobre Juazeiro-BA e Petrolina-PE.

Divisa natural entre os estados de Pernambuco e Bahia, a ilha possui uma área praiana de terreno acidentado, formado por uma rocha única, elevando-se ao poente em morro de aproximadamente 20 metros de altura, onde fica um cruzeiro que durante muito tempo serviu de orientação aos navegantes.

No limiar da correnteza que trouxe os intrépidos navegantes, o "oculto do mistério", vindo de Minas, se escondeu no terreno acidentado da ilha. Uma antiga lenda assegura que existe na ponta da Ilha do Fogo uma grande serpente amarrada em três fios de cabelos de Nossa Senhora das Grotas (Padroeira de Juazeiro). No dia em que a serpente se libertar, diz a lenda, as cidades de Juazeiro e Petrolina serão inundadas.

Nos livros sobre lendas do Velho Chico não faltam depoimentos de pessoas que afirmam piamente terem se deparado com a tal Serpente D’água. Com relação à origem do nome da ilha, Lúcio Emanuel, profundo conhecedor das tradições ribeirinhas, afirmou que nas noites de trevas densas um brilhante foco iluminava o pico da ilha formada de uma gigantesca saliência de granito, daí o nome Ilha do Fogo.

Com o passar dos anos e das águas, as lendas em torno da ilha foram se estreitando com uma intensidade similar ao próprio estreitamento físico. Na ausência de serviços de proteção aos efeitos da erosão fluvial, a Ilha do Fogo, que tinha por volta de 54 mil metros quadrados, hoje tem no máximo 32 mil.

Francisco de Assis Bernardino, popularmente conhecido como Assis da Ilha do Fogo, foi testemunha deste processo. Desde que chegou à região, no final do ano de 1992, ele vive na ilha com a família. “No início de 1993, teve uma grande enchente por aqui, houve remoção de areia e erosão. Do lado de Juazeiro, o pessoal colocou sacos de areia para a água não invadir a cidade”, afirma Assis, que investiu o dinheiro que trouxe na construção do Terminal Turístico da Ilha do Fogo.

Com o início da duplicação da ponte Presidente Dutra, o movimento no Terminal Turístico diminui bastante. Um lugar que antes recebia por volta de 2500 pessoas por semana, hoje tem recebido no máximo 500 pessoas. “Atualmente, a gente divide a ilha com os consórcios que estão duplicando a ponte”, explica Assis, desolado. E, em seguida, complementa: “Eu estou aqui guardando a posse de todo o patrimônio, que não é só material. Eu amo a Ilha do Fogo!”.

“Sim, mas e quanto à serpente: existe mesmo?”, pergunto. Assis, sorrindo, aponta para o Casarão, onde 32 funcionários edificaram um restaurante com pista de dança e camarote: “Se a serpente estiver lá dentro está meio difícil de se soltar. Tem mil metros quadrados de concreto em cima dela”.


Carrancas: A Cara do São Francisco

http://www.overmundo.com.br/overblog/carrancas-a-cara-do-sao-francisco

Luís Osete
Fotografia de Carranca-vampiro tirada no distrito de Carnaíba do Sertão (BA)
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Luís Osete · Juazeiro, BA
9/3/2008 · 228 · 10

No início da tarde de uma quinta-feira saí de casa a fim de encontrar o homem que, muito provavelmente, deve ser numericamente o maior produtor de carrancas da região do São Francisco: o juazeirense Paulo Roberto de Jesus Santos ou, como é mais conhecido, Paulo das Carrancas. Há 25 anos, ele já havia fabricado 32 mil carrancas.

Entrei no ônibus coletivo com uma referência básica, o nome do bairro: “Piranga”. Mas fui tranqüilo, acreditando que a popularidade das carrancas entre os habitantes desta parte inspirada do Brasil seria proporcional ao reconhecimento de um de seus mais atuantes produtores. Ledo engano. O cobrador achou o nome estranho e o motorista trocou de marcha enquanto balançava a cabeça como se dissesse: “Nunca ouvi falar”.

Depois de caminhar por um bom tempo pelas ruas de um dos bairros mais carentes de Juazeiro, um rapaz, ao perceber minha motivação de estar ali, apontou para um homem de meia-idade, que repousava sentado num tronco de umburana entre tantos outros troncos espalhados pelo terreiro. Para chegar até ele só caminhando sobre pedaços da árvore típica da caatinga e doada aos escultores da região por fiscais do IBAMA que as apreendem por extração irregular.

Vendo os exemplares de umburana à espera das mãos do artesão para receber “uma solução plástica de elevado conteúdo artístico e emocional”, como diria Paulo Pardal, recordei-me de um artigo do teórico frankfurtiano Walter Benjamin: “A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica” (1936).

Fiquei imaginando que se Benjamin tivesse sobrevivido às agruras da segunda guerra mundial (“suicidou-se em 1940, na fronteira espanhola, sob o temor de ser entregue pela polícia franquista à Gestapo”), teria um forte argumento para atualizar seu artigo: o fenômeno social das carrancas do São Francisco.


Contextualização


Coincidentemente, o ano da morte de Benjamin marca o fim do ciclo das embarcações no Brasil, momento em que as carrancas passam a ter outra significação social e cultural, deixando de ser usadas somente como figuras de proa para serem fruídas como objetos de decoração no interior das casas, feiras artesanais, museus, exposições, coleções e estabelecimentos comerciais.

Com o advento dessa nova função social, que é a do valor de exposição, as carrancas passam a ser elaboradas no sentido de satisfazer a “encomenda”, o desejo de quem as quer possuir, bem como objetivando um retorno financeiro. Esse acontecimento já fora descrito por Benjamin com relação às artes: “À medida que diminui a significação social de uma arte, assiste-se no público a um divórcio crescente entre o espírito e a fruição da obra. Frui-se sem criticar, aquilo que é convencional; o que é verdadeiramente novo é criticado com repugnância”.

Marilena Chauí, de forma muito atenta ao contexto histórico que possibilitou a escrita do artigo de Benjamin, assinala no livro “Filosofia” que “ao escrever sobre a mudança das artes, nos anos 30, Benjamin tinha presente uma realidade e uma esperança. A realidade era o nazi-fascismo e a guerra; a esperança, a revolução socialista”.

Levando a analogia entre os processos de transformação das artes, de forma genérica, e das carrancas, de forma particular, cabe uma paráfrase da reflexão de Chauí. Ao escrevermos sobre as carrancas, em pleno século XXI, temos em vista uma realidade muito forte: O capitalismo e a cultura de massas. Agora cabe uma pergunta não muito simples de responder: Qual é a nossa esperança?


Vejamos...

Como uma figura sombria, disforme, zooantropomorfa e com uma expressão de ferocidade intrínseca agravada por uma generosa juba conseguiu atravessar gerações e se tornar o ícone da região do São Francisco? Longe da pretensão de fazer um estudo da história das mentalidades, a explicação pode estar associada ao aspecto ritualístico atribuído às carrancas pelos narradores fantasiosos, que encontraram na função totêmica uma fácil explicação para a origem incerta de tal manifestação da arte popular.

De ornamento das barcas passou-se também a atribuir a essas curiosas figuras a função mágica de salvaguardar os barqueiros, viajantes e moradores contra as tempestades, perigos e maus presságios. Uma crença que, medidas as proporções, perdura até hoje.

O fato é que a dimensão religiosa das artes, muito comum nas primeiras manifestações culturais, deu aos objetos artísticos ou às obras de arte um caráter singular. “Sua qualidade de eternidade e fugacidade simultâneas, seu pertencimento necessário ao contexto onde se encontra e sua participação numa tradição que lhe dá sentido”, como escreve Marilena Chauí.

Ao desenvolver tais argumentos, Chauí se refere a uma característica presente no vínculo interno entre unidade e durabilidade, que é a autenticidade da obra de arte. “A própria noção de autenticidade não tem sentido para uma reprodução, técnica ou não”, aponta Benjamin. E, em seguida, traz um dado relevante para o objeto (Carranca) em questão: “Mas, diante da reprodução feita pela mão do homem, e considerada em princípio falsa, o original conserva sua plena autoridade”. Será?

As carrancas produzidas por Paulo foram analisadas na monografia mais completa escrita sobre essa arte popular, o livro “Carrancas do São Francisco”, de Paulo Pardal. Nesta obra, Pardal ressalta que as carrancas-vampiro (assim denominadas por apresentarem vistosa dentadura branca onde sobressaem os caninos) refletem um sentimento coletivo muito desligado do protótipo original.

Como protótipo original Paulo se refere às carrancas produzidas pelo saudoso Francisco Biquiba Dy Lafuente Guarany (1882-1985). O mais notável carranqueiro do São Francisco ficaria desolado ao saber que poucos escultores têm a audácia de fugir ao padrão imposto pela clientela. A experimentação, um dos pressupostos da criação artística, ficou mesmo atrelada à figura de Guarany.


Carrancas, Carranqueiros e Carranqueiras

Nascido em 1882, mas registrado no dia 2 de abril de 1884, na cidade baiana de Santa Maria da Vitória, Guarany inaugurou o século XX esculpindo sua primeira Carranca, aos 19 anos. 50 anos depois, foi considerado o responsável por 2/3 das carrancas esculpidas no século XX para as barcas do médio São Francisco. Até os 98 anos, revelou-se, em cada Carranca esculpida, um artista de refinada sensibilidade e melhor representante das soluções plásticas de elevado conteúdo artístico e emocional.

Não por acaso, a cada peça criada atribuía um nome próprio, fruto de sua imaginação prodigiosa e de referências a animais pré-históricos e à mitologia indígena. Foi assim que surgiram Aratuy, Muturân, Salaô, Tôrian Jerome, Melozán, Borêta, Zulcão, Muritan, Peroni, Xateiro, Caxalot, Tatuy, Zucuidro, Chipam, Igatoni, Brutuan, Capebolo, Capiñago, Mastodonte, Megatério, Galocéfalo, Medostantheo, Brontosário, e tantos outros nomes (in) decifráveis.

Mas, ao me despedir de Paulo das Carrancas naquela tarde de quinta-feira, senti que este exercício teórico-analítico sobre a produção das carrancas, à luz da teoria crítica, não contempla a dureza dos dias sertanejos, marcados pela falta de incentivo, abandono e esquecimento. Algo que inequivocamente se reflete na dureza com a qual eu fui recebido.

Diferentemente do que havia feito há um tempo atrás, quando estive com outros colegas fazendo pesquisa de campo sobre “a permanência (ou não) da aura na (Re) produção das Carrancas”, Paulo se recusou a falar. Contrastando com a disposição em exibir suas produções ao clique da câmera, naquela tarde não foi possível tirar fotografias. O encontro não durou nem cinco minutos.

Tempo suficiente para dizer que tem se dedicado a fazer outras coisas, muito além da produção das carrancas. Se em 1983 ele dizia, num depoimento que compõe o livro “O Velho Chico: sua vida, suas lendas e sua história”, do jornalista Wilson Dias, que faltava “o incentivo e o apoio dos órgãos ligados ao setor de cultura popular e turismo”, em 2008 ele prefere nem comentar mais nada: silêncio e esquecimento são palavras muito próximas.

Palavras que ainda ressoam na vida da artesã Ana Leopoldina dos Santos, mais conhecida como Ana das Carrancas. A trajetória da mulher que, para sobreviver, transformou o barro numa figura zoomorfa já rendeu um perfil biográfico: “Ana das Carrancas: A dama do barro”, do jornalista Emanuel Andrade, e uma matéria escrita por Pedro Bial para o Jornal Nacional. Só tem uma coisa: o reconhecimento veio acompanhado de um profundo silêncio.

Decorridos dois anos de um derrame que deixou Ana sem movimentos e fala, deu-se início a uma nova percepção cultural sobre a importância da artesã, hoje Patrimônio Vivo de Pernambuco, por parte dos próprios vizinhos que passaram a visitar com mais freqüência o Centro de Arte e Cultura Ana das Carrancas. Quando Ana tinha voz, revelou ao músico Wagner Miranda, autor de uma música em homenagem a ela, que a parte mais certa da letra era a que dizia: “O reconhecimento demorou e veio lento chegou de fora pra dentro”.

O problema é quando o reconhecimento teima em não chegar, legando aos carranqueiros e carranqueiras do São Francisco um silêncio involuntário que se mistura à necessidade diária. “É dessa arte que minha família tira o sustento para sobreviver”, afirmou Paulo Roberto de Jesus Santos em 1983. Atualmente, às vésperas de completar 35 anos de carrancas, nem isto ele pode dizer.

Exposição de Carrancas

Segue o poema de Drummond. Qualquer semelhança com o texto é mera conseqüência:


As carrancas do rio São Francisco
largaram suas proas e vieram
para um banco da Rua do Ouvidor.
O leão, o cavalo, o bicho estranho
deixam-se contemplar no rio seco,
entre cheques, recibos, duplicatas.
Já não defendem do caboclo-d'água
o barqueiro e seu barco. Porventura
vem proteger-nos de perigos outros
que não sabemos, ou contra assaltos
desfecham seus poderes ancestrais
o leão, o cavalo, o bicho estranho
postados no salão, longe das águas?
Interrogo, prescruto, sem resposta,
as rudes caras, os lenhados lenhos
que tanta coisa viram, navegando
no leito cor de barro. O velho Chico
fartou-se deles, já não crê nos mitos
que a figura de proa conjurava,
ou contra os mitos já não há defesa
nos mascarões zoomórficos enormes?
Quisera ouvi-los, muito contariam
de peixes e de homens, na difícil
aventura da vida de remeiros.
O rio, esse caminho de canções,
de esperanças, de trocas, de naufrágios,
deixou nas carrancudas cataduras
um traço fluvial de nostalgia,
e vejo, pela Rua do Ouvidor,
singrando o asfalto, graves, silenciosos,
o leão, o cavalo, o bicho estranho...


imagens clique para ampliar

Carrancas-vampiro de tamanhos variados, numa loja  de artesanato de Juazeiro (BA) zoom
Carrancas-vampiro de tamanhos variados, numa loja de artesanato de Juazeiro (BA)
Carranca de barro produzida por Ana das Carrancas. zoom
Carranca de barro produzida por Ana das Carrancas.


4 comentários:

  1. OLÁ RAYLENE!!!
    PASSEI NO SEU BLOG E GOSTEI MUITO!!!
    PARABÉNS!

    JOELMA BRITTO

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  2. óla eu amo juazeiro estou morando em campos dos goytacazes rio de janeiro gostaria que vc postase algumas fotos dos pontos turistico da cidade pricipalmente o vaporzinho onde eu tive noites maravilhosas au lada de uma pessoa muito especial que mora ai

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  3. Oi amiga adorei seu blog, amo Juazeiro, no momento estou coordenando o Restaurante Popular do João Paulo II e nesta sexta-feira dia 09.10.09 apartir das 12:00hs estaremos promovendo um grande evento social em homenagem ao dia das crianças venha participar conosco.
    Beijos,
    Ataildes

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  4. OLÁ RAYLENE!!!
    PASSEI NO SEU BLOG E GOSTEI MUITO!!!
    PARABÉNS!


    karolaine

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