domingo, 13 de junho de 2010

CADEIRAS INFANTIL CADEIRA BEBÊ PARA CARRO NOVA LEI


Sempre transportamos nossos babies em assentos infantis, nos carros, mas observe que há mudanças na lei:

As Cadeirinhas, Assentos Infantis e Bebê Conforto a partir do dia 09 de Junho de 2010 serão itens de segurança obrigatórios para todos os carros que transportarem Crianças e Bebês, pois a nova lei resolução do CONTRAN 277 é rígida e especifica, para que crianças de até 10 anos deverão ser transportadas no banco traseiro do carro, vamos falar sobre as Melhores Marcas de Bebê Conforto, Cadeirinhas Infantis e Assentos Infantis e os Melhores Preços que você pode comprar a Cadeira para Carro do Seu Filho.

Logo abaixo você verá como instalar corretamente a Cadeirinha Infantil, Bebê Conforto ou o Assento Infantil das crianças no seu carro, para que seu passeio seja tranqüilo e seguro.

Os Bebês de até um ano devem ser transportadas no Bebê Conforto que deverá ser instalado no Banco Traseiro do Veiculo com a ajuda do cinto de segurança para que ele fique fixo, junto ao banco do carro, o Bebê Conforto deve ser instalado na posição contraria ao banco do veiculo de forma que o Bebê fique de frente para o vidro traseiro do carro, pois essa é a forma mais segura de transportar seu Bebê no seu carro.

As crianças a partir de um ano de idade e menores que quatro anos de idade deverão ser transportadas na Cadeirinha de Criança ou Cadeirinha Infantil para carros; a Cadeirinha deve ser instalada no Banco Traseiro do seu automóvel de forma que a criança fique de frente para os Bancos dianteiros do carro, a Cadeirinha da Criança deve estar devidamente presa ao cinto de segurança do seu carro.

As crianças que tiverem idade maior que quatro anos e menores que sete anos e meio devem utilizar o Assento Infantil para carros ou Assento de Elevação que é um assento que não possui encosto e faz com que a criança utilize o próprio cinto de segurança que ficará na altura ideal.

Crianças de Sete anos e meio a Dez anos de idade deverão ser transportadas no banco traseiro do carro, utilizando o próprio cinto de segurança do veiculo.

Caso seu Carro possua apenas os bancos dianteiros como as Picapes as crianças poderão ser transportadas desde que estejam usando a Cadeirinha ou o Assento Infantil como foi informado anteriormente e esteja no sentido da Marcha do Carro fixada com o cinto de segurança.

Caso você vá transportar várias crianças menores de Dez anos de idade “como, por exemplo, levando seus filhos e os amiguinhos deles ao shopping” você deverá utilizar a mesma forma os equipamentos citados acima, porem o que tiver maior estatura deverá ser transportado no banco dianteiro desde que esteja usando o equipamento de segurança de acordo com a idade, só poderá utilizar o banco dianteiro desde que o banco traseiro esteja no limite de sua capacidade, ou seja, 3 crianças.

A partir do dia 09 de junho de 2010 a fiscalização do uso dos equipamentos de segurança para crianças será iniciada, a infração por não usar os equipamentos de segurança para as crianças é considerada gravíssima e tem multa no valor de R$ 191,54, mais sete pontos na Carteira de Habilitação do Motorista e o veiculo ficara retido até que seja regularizada a situação.

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fonte: http://dicasmsnspaces3.spaces.live.com/blog/cns!E121F73D048C70ED!10344.entry


Contran torna assento infantil item obrigatório; multas serão aplicadas a partir de 2010

Ana Luisa Bartholomeu
Em São Paulo
Pais de crianças com até sete anos e seis meses de idade terão de incluir na lista de despesas um item obrigatório para a segurança de seus filhos: o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) acaba de tornar obrigatório o uso da cadeirinha infantil nos bancos traseiros dos veículos de passeio. A regra não foi estendida ao transporte coletivo, escolar e aos táxis, segundo a assessoria de imprensa do órgão.

A decisão deve trazer gastos aos motoristas (o preço do acessório varia de R$ 150 a R$ 1.000) e dificuldades de fiscalização aos órgãos competentes. Crianças de até 1 ano de idade deverão usar o bebê conforto ou assento conversível; de 1 a 4 anos, a obrigatoriedade será em relação à cadeirinha; de 4 a 7 anos e meio, a criança deverá ser acomodada em um assento de elevação ou booster; e a partir de 7 anos e meio, fica permitido o uso do cinto de segurança no banco traseiro.

  • Conheça os três tipos de assento infantil

A decisão do Contran estabelece dois anos - a partir da data de publicação da resolução no Diário Oficial, prevista para este mês - para que ocorram medidas educativas de esclarecimento aos usuários e para que a fiscalização entre em vigor. A falta do dispositivo de segurança no transporte de crianças passa a configurar como infração gravíssima, com multa no valor de R$ 191,54 e perda de sete pontos na carteira.

"Assim como o cinto de segurança, teremos que criar a consciência de usar a cadeirinha. Nem que seja a consciência do bolso", disse Celso Arruda, professor de segurança veicular na Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e especialista acreditado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) para avaliação de dispositivos de retenção infantil.

O uso da cadeirinha já era obrigatório desde fevereiro de 1998, de acordo com uma resolução do Código de Trânsito Brasileiro. Entretanto, a resolução, segundo especialistas, deixava brechas na interpretação, o que impossibilitava uma fiscalização mais rígida.

INTERPRETAÇÃO LIVRE

Resolução 15/98, de 6 de fevereiro de 1998, do Código de Trânsito Brasileiro - "para transitar em veículos automotores, os menores de dez anos deverão ser transportados nos bancos traseiros e usar, individualmente, cinto de segurança ou sistema de retenção equivalente"

"Antes da regulamentação, a norma tolerava o transporte de crianças no banco traseiro dos carros com a utilização do mesmo cinto de segurança usado pelos adultos, sem os ajustes necessários", explicou Arruda. O cinto de segurança no banco traseiro somente é adequado para pessoas com peso superior a 35 kg e 1,45 metros de altura, segundo o professor da Unicamp.

Proposta original foi modificada
Segundo a assessoria de comunicação do Contran, a medida vinha sendo discutida desde dezembro de 2007. A proposta original sofreu modificações após debates e testes, de acordo com o órgão, que antes pensava em fiscalizar e multar os infratores após um ano da publicação da resolução, estender a obrigatoriedade a crianças de até 10 anos e, o principal ponto para os especialistas em segurança veicular, a exigência da certificação das cadeirinhas pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

Segundo Oswaldo Pereira de Carvalho Filho, que trabalha com Engenharia de Segurança Veicular da Volkswagen do Brasil, os assentos infantis deveriam passar nos testes de resistência, corrosão, capacidade de absorção de energia, capacidade de travamento dos cintos de segurança, fechos e dispositivos de ajuste, resistência à poeira, flamabilidade do material, além de ensaios estáticos e dinâmicos (sled tests e crash tests), para garantirem a segurança das crianças.

De acordo com Gustavo José Kuster, gerente de regulamentação do Inmetro, atualmente, no Brasil, apenas laboratórios de algumas montadoras estariam aptos a realizar os testes, mas o custo da operação é tão alto (podem chegar a mais de R$ 30 mil, segundo Arruda) que os fabricantes utilizam laboratórios de outros países.

"O Inmetro possui acordos internacionais na Alemanha, Itália e Holanda, com custo inferior ao do Brasil. Por enquanto, eles têm atendido a demanda dos fabricantes", explicou Kuster.

Mais um item de segurança
Todas as fontes ouvidas pela reportagem ressaltaram a importância do uso do assento infantil como item de segurança obrigatório, e descartaram que a decisão tenha sido pressionada por um lobby dos fabricantes do produto.

Segundo estatísticas do Denatran, os acidentes de trânsito são a principal causa de morte na faixa etária de 1 a 14 anos no Brasil.

Em contraste com essa realidade, o uso da cadeira infantil, quando instalada e usada corretamente, reduz os riscos de morte em 71%, e a necessidade de hospitalização em 69% dos casos, de acordo com estudos do "Insurance Institute for Highway Safety" (entidade norte-americana sem fins lucrativos fundada por seguradoras com o objetivo de pesquisar e prevenir acidentes de trânsito).

"Em termos de segurança no transporte infantil, o atraso do Brasil pode ser comparado ao dos países da África. Estamos muito atrás dos EUA e da Europa. A cadeirinha entra para melhorar este cenário", argumenta Arruda.

Além do assento infantil, o cinto de segurança e o encosto de cabeça - itens de série dos veículos - são obrigatórios. O extintor de incêndio, entre outros acessórios, é um item de segurança patrimonial, que se ausente, também prevê multa ao condutor.

Em 1998, quando o Novo Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor, o kit de primeiros-socorros tornou-se obrigatório, mas a decisão foi revogada pelo Congresso no ano seguinte, quando surgiu o questionamento de sua utilidade para uma maioria de motoristas que não sabia utilizá-lo corretamente.

fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2008/06/05/ult5772u52.jhtm

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