segunda-feira, 23 de julho de 2012

Bronquiolite

Bronquiolite



A bronquiolite é uma doença pouco conhecida apesar de fazer parte da vida de muitas crianças e adultos. Infelizmente tivemos que testemunhar o sofrimento da nossa filhinha que aos 5 meses enfrentou essa tão grave infecção. Foram momentos de muita angústia para nós porque quando não se tem o devido e preciso atendimento tudo se agrava. Foi exatamento o que ocorreu com a nossa pequena. Teve que transferida de hospital para então ter atendimento necessário e indispensável à sua vida.

Depois de todo o susto e principalmente da misericórdia de Deus, registramos uma nota de agradecimento ao Hospital que nos acolheu através dos blogs de:

Geraldo José (em Juazeiro BA/ www.geraldojose.com.br)

e Calos Britto (Petrolina - PE/ http://www.carlosbritto.com)



Encaminhamos esse texto em gratidão a Deus e ao HDM pelo atendimento incondicional e decisivo diante da vida da nossa pequena Ana Flávia.
HDM Petrolina – PE, só quem precisa ou já precisou sabe o significado desse local.
São muitas as propostas e concorrências dos planos de saúde na região, porém a assistência oferecida nos causa medo, incerteza, angústia frente às estruturas dos hospitais.
Nós nos esforçamos para adquirir planos de saúde, mas acima de tudo nos preocupamos com a precariedade dos atendimentos. Isso porque mesmo com as ofertas dos planos, ou dos hospitais, e mesmo insistindo na procura da rede privada na ilusão de fazermos uso do que investimos com os planos de saúde, somos assistidos e acolhidos pelo SUS, em especial a gestão IMIP, por meio do Dom Malan, que tem feito parte da nossa história.
O interessante é que o Sistema Único de Saúde atende a uma demanda numerosa frente aos planos de saúde e ainda assim assume a sua responsabilidade. Fazendo o possível e o impossível em prol da vida.
Agradecemos acima de tudo a Deus e em seguida à competência e sensibilidade do Dr. Edward Paixão de Araújo em diagnosticar o quadro da nossa filha, assim que se deparou com a situação, bem como ao HDM pelo socorro indispensável, profissionalismo, que necessitamos. Ressaltamos o trabalho brilhante da UTI Pediátrica desse local, da Pediatria de maneira geral, juntamente com os seus excelentes profissionais. Queremos registrar que vocês são verdadeiros anjos que o Senhor tem capacitado. São preciosos instrumentos guiados por Deus.
Nossa vida parou dia 23/06/2012 e diante de tanta luta, fomos acolhidos por vocês, anjos da UTI, no período de 24 a 28/06/12. Em seguida, mudamos de setor. Nossa, que conquista para nós essa mudança! Passamos mais um período de assistência por vocês, anjos da Pediatria, que envolveu os dias 28/06 a 09/07/12, momento em que a nossa vida recomeçou.
Muito clamor, muita oração, muitos amigos e familiares na torcida, no empenho, na solidariedade, na comunhão com Deus. A Fé nos manteve firmes, mesmo visivelmente levados ao chão.
Deus fez e permanece fazendo maravilhas, porque é grandiosamente misericordioso. Permanecemos em oração e clamor a Deus por nossa família. Pelas crianças internas no HDM, pelos profissionais que o Senhor tem utilizado para atuar diante de tantas necessidades.
Obrigada Deus, por sua bondade, seu zelo, compaixão, amor imenso que tem por nós, mesmo sendo tão falhos.
Rodrigo de Andrade e Raylene Rêgo


Veja o artigo que relata a Bronquiolite, retirado da seguinte fonte:http://www.conhecersaude.com/criancas/3010-Bronquiolite.html


A bronquiolite é uma infecção das vias respiratórias, causada geralmente por uma infecção viral, provoca dificuldade ao respirar, sobretudo ao expirar (deitar fora o ar).

Ao respirar o ar entra pelo nariz, passa pela nasofaringe, laringe e ao nível do pescoço, desce por um tubo que é a traqueia. No tórax, a traqueia divide-se em dois tubos – brônquios, um vai para o pulmão direito e o outro para o esquerdo.
Dentro do pulmão, cada brônquio ramifica-se e torna-se mais estreito - bronquíolo. Os bronquíolos levam o ar a todo pulmão.
A bronquiolite afecta crianças até aos 18 meses, mas com maior frequência nos bebes com menos de 6 meses. É mais frequente nos meses de Outono e Inverno.
O vírus sincicial respiratório é o principal microorganismo nesta doença. Pode causar infecções pulmonares também em adultos saudáveis. Nestes casos costumam ser leves, mas, em crianças ou pessoas com diminuição do sistema de defesa do organismo pode ser grave. Contudo, a taxa de mortalidade reduziu bastante na última década.
Este vírus é muito contagioso, passa de pessoa em pessoa através das secreções contaminadas dos olhos, nariz e boca.
Outros vírus podem causar esta doença como o parainfluenza, o influenza e o adenovírus.
Sintomas e diagnóstico
Costuma aparecer depois de uma constipação, que é uma infecção nas vias respiratórias altas.
Surge uma repentina dificuldade em respirar, sobretudo ao expirar, o bebe começa a respirar mais rápido, aumenta os batimentos do coração e a tosse é seca. A criança fica com muito sono e febre, cansa-se mais facilmente e a respiração é pouco profunda e ineficaz.
Pode haver desidratação (falta de líquidos) devido à febre ou menor ingestão de líquidos.
O diagnóstico é feito com base no exame dos sintomas. Poderá ser necessário recorrer à radiografia para confirmar a doença e/ou excluir outras. Também poderá ser preciso realizar colheita de secreções do nariz ou pulmões, para se confirmar a presença do vírus.
São vários os factores de risco que proporcionam o surgimento desta doença como, o bebe ter menos de 6 meses, a exposição em ambientes com fumo ou com muitas pessoas, prematuridade (nascer antes das 37 semanas) e não ter mamado.
Tratamento
Os adultos e as crianças mais velhas geralmente não precisam de tratamento. Colocar a cabeceira da cama elevada para facilitar a respiração da criança. O nariz deve ser limpo de secreções, através da aplicação de soro fisiológico e a criança hidratada. A comida deve ser dada em pouca quantidade várias vezes ao dia, sem insistir.
Geralmente, usa-se medicação apenas para o alívio dos sintomas. Actualmente, não existe medicação eficaz para impedir a evolução da doença.
As crianças pequenas podem precisar de internamento para acompanhamento da evolução da doença e tratamento. Em certos casos pode ser necessário recorrer ao uso de oxigénio e nebulizações com adrenalina, broncodilatadores e corticoides. Se a doença agravar pode ser necessário utilizar a ventilação mecânica (aparelho que ajuda a criança a respirar através de um tubo colocado na boca até à traqueia).
A dificuldade em respirar costuma desaparecer após o terceiro dia e os sintomas uma semana.
Deve ir ao médico se a criança estiver prostrada (sem reacção), a respiração for rápida, se meter a pele entre as costelas para dentro na respiração, abrir e fechar as assas do nariz, apresentar cor azulada dos lábios ou da pele e se tiver febre superior a 38,5º durante 3 dias.

Obs.: A situação da nossa filha agravou e por isso, foram 17 dias de angústia em hospitais. O 1º atendimento ficamos 2 dias com a pequena, mas teve que ser transferida para ter a assistência que realmente passou a necessitar. Volto a ratificar, somos gratos ao atendimento indispensável que tivemos no HDM Petrolina/ IMIP. (Raylene Rêgo)

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